Visita do presidente de Rotary International William “Bill” Boyd
à Fundação de Rotarianos de São Paulo em 4 de setembro
Curta entrevista do presidente Bill, e de sua esposa Lorna, concedida aos alunos das
Faculdades Integradas Rio Branco e gravada no estúdio do curso de Radio e TV.
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Bill Boyd e sua esposa Lorna.
Entrevistador – Qual é sua impressão vendo todo o trabalho que foi desenvolvido pelo Rio Branco, e o que o senhor achou de suas instalações?
Bill Boyd – Todos teriam que ficar impressionados com as instalações lá existentes. Elas são tão modernas, são tão atraentes, e o local como um todo parece ter um compromisso em tornar o estudo muito fácil e atraente, de modo que é um local muito impressionante.
Lorna (esposa) – Nós jamais tínhamos visto algo semelhante antes.
Entrevistador – A Fundação de Rotarianos de São Paulo é o maior projeto educacional do Rotary em todo o mundo e o único a transformá-lo em uma universidade. Se isso é um fato, qual é a importância disso para o Rotary International?
Bill Boyd – Eu ainda não sei se isso é, ou não, um fato. O que é certo é que ninguém tem instalações semelhantes. Ela pode perfeitamente ser, ou não, a única no mundo: essa colocação pode ser verdadeira. Eu acho que o Rotary procura servir de muitas, muitas maneiras; algumas vezes podem ser projetos humanitários e, em outras, podem ser projetos educacionais. Eu penso que o objetivo deste projeto em particular é muito diferenciado, acho que vocês estão tentando estabelecer parâmetros de educação para a comunidade, e eu acho que isso é muito importante para o Rotary; sinto que é algo importante liderar o caminho da educação no Brasil dispondo de instalações para as quais alguém poderá olhar e dizer: “Queremos ser como eles!” e eu acho que é muito importante também para o Rotary ser visto na comunidade como uma instituição que é capaz de ditar parâmetros, de modo que isso é importante.
Entrevistador – Qual é a repercussão e importância para o Rotary International saber do trabalho desempenhado pela Fundação de Rotarianos de São Paulo tanto na esfera educacional como no Terceiro Setor?
Bill Boyd – Eu acho que vocês estabeleceram os padrões não apenas no Brasil, mas para o Rotary em geral, e me parece que os Rotarianos, internacionalmente, sentem-se orgulhosos por estarem associados a projetos como este e eu penso que tudo que temos a fazer é encorajá-los, contar-lhes o que está acontecendo por aqui, porque este é um projeto extraordinário. Entretanto, o trabalho dos Rotarianos em suas comunidades de origem acontece de diferentes modos e, assim como eu testemunho este projeto ditando parâmetros de educação no Brasil, eu também acho que ele estabelece padrões para que os Rotarianos percebam aonde podem chegar, se realmente buscarem algo especial – não é preciso ter apenas projetos simples, pequenos, você pode optar por algo grande, que não seja barato, e chegar à importância dessa magnífica Fundação, nesse lugar, apenas para estabelecer parâmetros.

O presidente de RI e sua esposa junto com os alunos Damaris Giuliana e João Lindenberg.
Entrevistador – E, como última pergunta, gostaríamos de saber o que o senhor achou de sua visita ao Brasil.
Bill Boyd– Que ela foi muito curta? (risos)
Lorna (esposa) – Teremos que voltar.
Bill Boyd – Eu encontrei muitos Rotarianos excelentes. Vimos muito pouco de seu país e, como Lorna disse, nós nos damos conta de que teremos que voltar, mas esses foram uns poucos dias muito interessantes. Pudemos ver todo o trabalho que foi feito nesta área. Conhecemos os rotarianos que estão fazendo esse trabalho, de modo que foi muito importante também para nós – para mim e para Lorna – e também uma experiência de aprendizagem.
Entrevista realizada no estúdio de TV pelos alunos Damaris Giuliana, do curso de Jornalismo, e João Lindenberg, do curso de Direito e Relações Internacionais. |